Já tem bastante tempo que recebo as tão famosas “correntes” no meu e-mail, não só de desconhecidos que enviam essas coisas aleatoriamente, mas principalmente dos meus contatos. Aliás, quem não passa por isso, não é mesmo?
Já passei muito tempo só apagando essas besteiras que em nada acrescentam pra minha vida. Mas até aí tudo bem! A questão é que antes as mensagens diziam que se você as enviasse para um número determinado de pessoas, iria receber um BENEFÍCIO em um tempo X, ou então testaria sua “popularidade”.
Porém, nos últimos dias, estou recebendo umas coisas que chamo de “PRAGA VIRTUAL”. É isso mesmo. As mensagens dizem que não sei quem lá de não sei onde recebeu a mensagem, não encaminhou para o número certo de contatos e uma grande desgraça aconteceu em sua vida. Normalmente as mensagens dizem que as desgraças aconteceram com um monte de gente que de certa forma “desobedeceu” à ordem da mensagem.
Quem me manda isso deseja que essas coisas aconteçam comigo ou quer somente se livrar da PRAGA? Se você acredita em DEUS, para quê fazer isso? Sua fé não te dá segurança de que DEUS está contigo? Muitas vezes as mensagens vêm encaminhadas de milhares de contatos com o título: “POR VIA DAS DÚVIDAS...” ou “PELO SIM E PELO NÃO, O MELHOR É ENVIAR...”. Não acredito em nada disso, mas creio que as energias que eu e você exteriorizamos podem fazer grandes coisas acontecerem.
Acho que já está na hora de pararmos de dar atenção a superstições IDIOTAS e lembrarmos que DEUS sabe de todas as coisas. Vamos canalizar nossos esforços e energia POSITIVA para coisas mais importantes, que necessitam de nossa atenção: nossa família, nosso trabalho, nossa cidade... Que tal passar a distribuir textos que promovam algum tipo de crescimento coletivo?
Se algo de bom ou ruim acontecer comigo amanhã ou daqui há vinte anos, não terá absolutamente nada a ver com esse monte de praga que ficam rogando pela rede, por que meu DEUS está comigo, e é nele que eu confio.
Patricia Mara Maciel
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
'Imposto sobre a honestidade'
Artigo de Carlos Eduardo Pontes Publicado em O GLOBO on line em 09/10/2009
Olha o que esse cara escreveu, depois leia meu comentário abaixo e comente você também. É importante discutir isso!
Não é surpresa para ninguém a notícia de que o Brasil tem uma das maiores carga tributária do mundo, não só pelo seu percentual elevado com relação ao PIB (quase 40%), mas principalmente pela pequena reciprocidade que dá aos contribuintes com relação aos serviços básicos como Saúde , Educação, Transporte, Segurança, Habitação, dentre outros. A grande duvida que temos é: será que todo esse dinheiro arrecadado pelo governo é suficiente para atender as expectativas da sociedade? Ou embora seja suficiente ele é mal gasto, sendo boa parte dele desperdiçado com a ineficiência da máquina pública, corrupção, desvios, mensalões etc. Se por acaso estivéssemos num pais de pessoas extremamente sérias e com total eficiência da máquina pública, quanto seria nossa carga tributária para oferecer serviços com dignidade para a população?
Essa é uma dúvida que temos que esclarecer para a população. E, além disso, há uma questão ainda mais grave, que é a grande injustiça com aqueles que contribuem com essa carga tributária. Normalmente, numa civilização onde imperam os princípios da ética, da moral e dos bons costumes, aquele que cumpre com suas obrigações é geralmente gratificado. Mas aqui no Brasil a honestidade é sinônima de castigo, de desvantagem, de desestímulo.
Para se ter uma noção do que estamos falando, comece a verificar quanto custa caro ser honesto nesse pais. Imagine as seguintes situações e depois faça suas contas, certamente será um bom exercício de reflexão.
Um dos primeiros exemplos é com relação às contas das concessionárias dos serviços de luz, gás, telefone etc, ou seja, quanto você está pagando para cobrir as contas dos ladrões que utilizam os "gatos" para fornecimento desses serviços? Quanto você pagaria de juros por seus empréstimos se não houvesse os caloteiros? Quanto você paga para sustentar o sistema penitenciário ineficiente, que gera apenas um recrudescimento da violência e uma insegurança para a sociedade? Quanto o empresário honesto, cumpridor de seus deveres com o Fisco, pagaria de encargos se não houvesse tanta informalidade? Quanto a sociedade paga para sustentar a tal justiça social, cujo modelo é assistencialista, onde não há interesse em criar uma autonomia econômica das famílias?
Além disso, vivemos num pais onde alguns critérios são extremamente injustos para quem trabalha. Então vejamos: aqui no Brasil se valoriza mais o ócio do que o trabalho, isso acontece quando o trabalhador tira férias, ou seja, recebe 1/3 a mais para ficar sem fazer nada. Poderíamos usar esse dinheiro para oferecer oportunidade para aqueles que estão desempregados, estimulando o trabalho e não a preguiça.
Outra discrepância é com relação à multa de 40% sobre o saldo do FGTS quando o empregador tem que demitir um funcionário. Se você perceber, geralmente quem é mandado embora é aquele funcionário que não corresponde com suas atribuições, ou seja, não é um bom funcionário. Quando isso acontece, ele recebe 40% a mais sobre o saldo de FGTS, como "prêmio" por ser um péssimo funcionário.
Por outro lado, se temos um funcionário exemplar que, por sua capacidade, honestidade, responsabilidade, consegue um emprego melhor, esse será castigado, e não receberá nenhum valor de multa além de não receber o saldo de seu Fundo de Garantia .
Realmente não dá para entender os parâmetros que o governo usa para tornar esse país mais justo, como também quais são os estímulos para tornar a sociedade cada vez mais ética. Do jeito que estamos vivendo, certamente teremos grandes motivos para ser desonesto, caloteiro, corrupto etc.
Com esse quadro talvez seja possível entender porque estamos vivendo numa sociedade totalmente sem princípios, onde o desonesto é quem leva vantagem e aqueles que respeitam às leis são chamados de otários.
Olha o que esse cara escreveu, depois leia meu comentário abaixo e comente você também. É importante discutir isso!
Não é surpresa para ninguém a notícia de que o Brasil tem uma das maiores carga tributária do mundo, não só pelo seu percentual elevado com relação ao PIB (quase 40%), mas principalmente pela pequena reciprocidade que dá aos contribuintes com relação aos serviços básicos como Saúde , Educação, Transporte, Segurança, Habitação, dentre outros. A grande duvida que temos é: será que todo esse dinheiro arrecadado pelo governo é suficiente para atender as expectativas da sociedade? Ou embora seja suficiente ele é mal gasto, sendo boa parte dele desperdiçado com a ineficiência da máquina pública, corrupção, desvios, mensalões etc. Se por acaso estivéssemos num pais de pessoas extremamente sérias e com total eficiência da máquina pública, quanto seria nossa carga tributária para oferecer serviços com dignidade para a população?
Essa é uma dúvida que temos que esclarecer para a população. E, além disso, há uma questão ainda mais grave, que é a grande injustiça com aqueles que contribuem com essa carga tributária. Normalmente, numa civilização onde imperam os princípios da ética, da moral e dos bons costumes, aquele que cumpre com suas obrigações é geralmente gratificado. Mas aqui no Brasil a honestidade é sinônima de castigo, de desvantagem, de desestímulo.
Para se ter uma noção do que estamos falando, comece a verificar quanto custa caro ser honesto nesse pais. Imagine as seguintes situações e depois faça suas contas, certamente será um bom exercício de reflexão.
Um dos primeiros exemplos é com relação às contas das concessionárias dos serviços de luz, gás, telefone etc, ou seja, quanto você está pagando para cobrir as contas dos ladrões que utilizam os "gatos" para fornecimento desses serviços? Quanto você pagaria de juros por seus empréstimos se não houvesse os caloteiros? Quanto você paga para sustentar o sistema penitenciário ineficiente, que gera apenas um recrudescimento da violência e uma insegurança para a sociedade? Quanto o empresário honesto, cumpridor de seus deveres com o Fisco, pagaria de encargos se não houvesse tanta informalidade? Quanto a sociedade paga para sustentar a tal justiça social, cujo modelo é assistencialista, onde não há interesse em criar uma autonomia econômica das famílias?
Além disso, vivemos num pais onde alguns critérios são extremamente injustos para quem trabalha. Então vejamos: aqui no Brasil se valoriza mais o ócio do que o trabalho, isso acontece quando o trabalhador tira férias, ou seja, recebe 1/3 a mais para ficar sem fazer nada. Poderíamos usar esse dinheiro para oferecer oportunidade para aqueles que estão desempregados, estimulando o trabalho e não a preguiça.
Outra discrepância é com relação à multa de 40% sobre o saldo do FGTS quando o empregador tem que demitir um funcionário. Se você perceber, geralmente quem é mandado embora é aquele funcionário que não corresponde com suas atribuições, ou seja, não é um bom funcionário. Quando isso acontece, ele recebe 40% a mais sobre o saldo de FGTS, como "prêmio" por ser um péssimo funcionário.
Por outro lado, se temos um funcionário exemplar que, por sua capacidade, honestidade, responsabilidade, consegue um emprego melhor, esse será castigado, e não receberá nenhum valor de multa além de não receber o saldo de seu Fundo de Garantia .
Realmente não dá para entender os parâmetros que o governo usa para tornar esse país mais justo, como também quais são os estímulos para tornar a sociedade cada vez mais ética. Do jeito que estamos vivendo, certamente teremos grandes motivos para ser desonesto, caloteiro, corrupto etc.
Com esse quadro talvez seja possível entender porque estamos vivendo numa sociedade totalmente sem princípios, onde o desonesto é quem leva vantagem e aqueles que respeitam às leis são chamados de otários.
TÔ PASSADA...
Lendo o texto de Carlos Eduardo Pontes, me senti tão ofendida que quase chorei: Buáááá!!! FALA SÉRIO!!!
1º: Quem “TRABALHA” paga para “PREGUIÇOSOS” tirarem férias? Quem são esses santos? Alguém me avisa, por favor!!! Precisamos homenageá-los!!!
2º: “1/3 do salário como incentivo para FICAR SEM FAZER NADA” ??? Meu Deus! Acabei de descobrir que sou um robô que pode ser programado para trabalhar eternamente sem descanso! Sacanagem terem me escondido isso.
3º: Todo mundo aí que já foi mandado embora algum dia na vida foi mesmo por IMCOMPETÊNCIA? Neste caso, realmente o “PRÊMIO” de 40% do FGTS é um absurdo. Na verdade, todos os demitidos deveriam PAGAR e não receber! Como pode eu não ter pensado nisso antes?!
4º: “Poderíamos usar esse dinheiro para oferecer oportunidade para aqueles que estão desempregados, estimulando o trabalho e não a preguiça”: Gente! Mas nem parece a mesma pessoa! Se os demitidos são todos incompetentes, os desempregados então são o quê?
5º: O Carlos se esqueceu de falar dos aposentados, afinal, todos nós também “PAGAMOS PARA ELES FICAREM EM CASA SEM FAZER NADA!!!”
6º: Carlos Eduardo, fala pra gente qual é a sua profissão, o que você faz da vida, e principalmente se você NUNCA tirou férias! Outra: Se algum dia você já foi empregado e foi mandado embora, obviamente por IMCOMPETÊNCIA, você doou os seus 40% para os desempregados? Acho que todos que leram seu texto estão LOUCOS para saber.
CARA, EU QUERO SER IGUAL A VOCÊ QUANDO EU CRESCER!!!.
1º: Quem “TRABALHA” paga para “PREGUIÇOSOS” tirarem férias? Quem são esses santos? Alguém me avisa, por favor!!! Precisamos homenageá-los!!!
2º: “1/3 do salário como incentivo para FICAR SEM FAZER NADA” ??? Meu Deus! Acabei de descobrir que sou um robô que pode ser programado para trabalhar eternamente sem descanso! Sacanagem terem me escondido isso.
3º: Todo mundo aí que já foi mandado embora algum dia na vida foi mesmo por IMCOMPETÊNCIA? Neste caso, realmente o “PRÊMIO” de 40% do FGTS é um absurdo. Na verdade, todos os demitidos deveriam PAGAR e não receber! Como pode eu não ter pensado nisso antes?!
4º: “Poderíamos usar esse dinheiro para oferecer oportunidade para aqueles que estão desempregados, estimulando o trabalho e não a preguiça”: Gente! Mas nem parece a mesma pessoa! Se os demitidos são todos incompetentes, os desempregados então são o quê?
5º: O Carlos se esqueceu de falar dos aposentados, afinal, todos nós também “PAGAMOS PARA ELES FICAREM EM CASA SEM FAZER NADA!!!”
6º: Carlos Eduardo, fala pra gente qual é a sua profissão, o que você faz da vida, e principalmente se você NUNCA tirou férias! Outra: Se algum dia você já foi empregado e foi mandado embora, obviamente por IMCOMPETÊNCIA, você doou os seus 40% para os desempregados? Acho que todos que leram seu texto estão LOUCOS para saber.
CARA, EU QUERO SER IGUAL A VOCÊ QUANDO EU CRESCER!!!.
domingo, 4 de outubro de 2009
Troféu Caleidoscópio vai para Máicou Diéquison
Após cinco dias de exibição gratuita de cinema e troca de experiências entre os projetos sociais, o Festival de Jovens Realizadores de Audiovisual do Mercosul encerrou a quinta edição com a divulgação dos quatro filmes vencedores do Troféu Caleidoscópio. A sessão de encerramento foi realizada no final da tarde de sábado, 26, no Cine Metrópolis, na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).
O Troféu Caleidoscópio premiou o documentário “Olé Larinda, O Canto das Raspadeiras de Mandioca”, do Grupo de Informática, Comunicação e Ação Local (Giral), de Pernambuco; o documentário “Belas Favelas – Comunidade da Serrinha”, da Escola de Arte e Tecnologia (Spectaculu), do Rio de Janeiro e a ficção “Máicou Diéquison”, produzido pelo Cineclube Kbça e o Centro de Referência da Juventude de Vitória (CRJ), do Espírito Santo.
Com 63 votos, o vencedor do Júri Popular é a ficção “Oswaldo” produzida pelo Instituto Oficinas Querô Empreendedorismo e Cidadania através do Cinema, vindo de São Paulo. A obra paulista foi escolhida pelo público – composto principalmente por alunos de escolas públicas capixabas – que lotou as sessões gratuitas de cinema promovidas pelo evento.
O Júri do Festival selecionou os demais trabalhos com base nos seguintes critérios: ser produto de um coletivo que está se iniciando na produção audiovisual, com experimentações de linguagem e que aborde temáticas com relevância para a sociedade.
A decisão foi tomada em reunião, ocorrida no dia 25, no Hotel Ilha do Boi, por um júri formado pelos jovens realizadores: Ariane Piñeiro, Benício Ramos, Felipe Santos Neves, Guilherme Rebêlo, Marinéia Anatório e Raphael De Angeli.De acordo com a justificativa dos jurados, o vídeo “Máicou Diéquison”, dirigido por Ramon Zagoto e Natanael de Souza, foi escolhido “por tratar de um assunto recorrente na sociedade de uma maneira atípica, além de se preocupar com uma edição bem acabada, uma sonoplastia eficiente e com uma trilha sonora coerente com a narrativa”.
Para Ramon Zagoto, um dos diretores da ficção capixaba “Máicou Diéquison”, a premiação foi uma surpresa. Inicialmente, o vídeo foi idealizado para ser apresentado na Conferência Nacional de Segurança Pública, no entanto, como a produção ultrapassou o tempo de três minutos exigido pelo evento público, os jovens capixabas não puderam apresentar o material.
“Ficamos empolgados demais com a produção que acabou tendo quase nove minutos. Não era nossa pretensão inscrever o vídeo em festivais até que surgiu a oportunidade de participar do Festival Jovem”, conta Ramon. “Máicou Diéquison” mostra o desafio na busca do primeiro emprego vivido por um jovem negro da periferia que sonha com a carreira musical.
O 5º Festival de Jovens Realizadores de Audiovisual do Mercosul é realizado pelo Instituto Galpão (Vitória/ES), em parceria com a Aldeia – Agência de Audiovisual (Fortaleza/CE) e o Instituto Marlin Azul (Vitória/ES), com patrocínio do Instituto Votorantim através da Lei Rouanet.
O festival também ofereceu gratuitamente aos realizadores e ao público em geral palestras sobre comunicação colaborativa na produção audiovisual; conteúdos televisivos infanto-juvenis de qualidade; estratégias em mídias sociais e a construção da imagem corporal na mídia.
Fonte: http://imazul.org/festivaljovem5/
retirado do site:http://www.comunicacomuni.blogspot.com/
O Troféu Caleidoscópio premiou o documentário “Olé Larinda, O Canto das Raspadeiras de Mandioca”, do Grupo de Informática, Comunicação e Ação Local (Giral), de Pernambuco; o documentário “Belas Favelas – Comunidade da Serrinha”, da Escola de Arte e Tecnologia (Spectaculu), do Rio de Janeiro e a ficção “Máicou Diéquison”, produzido pelo Cineclube Kbça e o Centro de Referência da Juventude de Vitória (CRJ), do Espírito Santo.
Com 63 votos, o vencedor do Júri Popular é a ficção “Oswaldo” produzida pelo Instituto Oficinas Querô Empreendedorismo e Cidadania através do Cinema, vindo de São Paulo. A obra paulista foi escolhida pelo público – composto principalmente por alunos de escolas públicas capixabas – que lotou as sessões gratuitas de cinema promovidas pelo evento.
O Júri do Festival selecionou os demais trabalhos com base nos seguintes critérios: ser produto de um coletivo que está se iniciando na produção audiovisual, com experimentações de linguagem e que aborde temáticas com relevância para a sociedade.
A decisão foi tomada em reunião, ocorrida no dia 25, no Hotel Ilha do Boi, por um júri formado pelos jovens realizadores: Ariane Piñeiro, Benício Ramos, Felipe Santos Neves, Guilherme Rebêlo, Marinéia Anatório e Raphael De Angeli.De acordo com a justificativa dos jurados, o vídeo “Máicou Diéquison”, dirigido por Ramon Zagoto e Natanael de Souza, foi escolhido “por tratar de um assunto recorrente na sociedade de uma maneira atípica, além de se preocupar com uma edição bem acabada, uma sonoplastia eficiente e com uma trilha sonora coerente com a narrativa”.
Para Ramon Zagoto, um dos diretores da ficção capixaba “Máicou Diéquison”, a premiação foi uma surpresa. Inicialmente, o vídeo foi idealizado para ser apresentado na Conferência Nacional de Segurança Pública, no entanto, como a produção ultrapassou o tempo de três minutos exigido pelo evento público, os jovens capixabas não puderam apresentar o material.
“Ficamos empolgados demais com a produção que acabou tendo quase nove minutos. Não era nossa pretensão inscrever o vídeo em festivais até que surgiu a oportunidade de participar do Festival Jovem”, conta Ramon. “Máicou Diéquison” mostra o desafio na busca do primeiro emprego vivido por um jovem negro da periferia que sonha com a carreira musical.
O 5º Festival de Jovens Realizadores de Audiovisual do Mercosul é realizado pelo Instituto Galpão (Vitória/ES), em parceria com a Aldeia – Agência de Audiovisual (Fortaleza/CE) e o Instituto Marlin Azul (Vitória/ES), com patrocínio do Instituto Votorantim através da Lei Rouanet.
O festival também ofereceu gratuitamente aos realizadores e ao público em geral palestras sobre comunicação colaborativa na produção audiovisual; conteúdos televisivos infanto-juvenis de qualidade; estratégias em mídias sociais e a construção da imagem corporal na mídia.
Fonte: http://imazul.org/festivaljovem5/
retirado do site:http://www.comunicacomuni.blogspot.com/
Assinar:
Comentários (Atom)